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terça-feira, junho 06, 2006

Malla na lua

Acordei de manhã no horário de sempre. Dei comida pro gato, tomei meu café, peguei o lixo orgânico e fui levá-lo à lixeira comunitária de reciclagem, que fica no estacionamento do prédio. Acho que isso me atrasou um pouco, porque ao chegar no ponto de ônibus, ninguém estava lá. Pensei: "Perdi o "Zoraide" (apelido do ônibus) pro trabalho. Devo ter demorado demais arrumando o lixo em casa e não percebi o tempo passando." (O ônibus é fretado, só passa em 3 horários designados e eu aparentemente havia perdido o último da manhã. Estava atrasada.) Tive que apelar pra um táxi. Cheguei no prédio em que trabalho, quase ninguém por lá. Pensei: "Devem estar todos trabalhando em seus escritórios." Peguei o elevador e cheguei no laboratório. Corredor escuro. Luzes apagadas, laboratório vazio. Nenhuma viva alma. Achei estranho. Pensei: "Será que está tendo alguma reunião em outra sala e ninguém me avisou?" Fui para minha mesa, liguei o computador, fui pegar um café. A sala do café estava trancada - em geral está aberta. Destranquei a sala, peguei o café, voltei para minha mesa, sentei em frente ao computador. Aí olhei pro meu calendário. Em letras garrafais com caneta vermelha, a razão para tantas situações estranhas em poucas horas.

Hoje é feriado aqui na Coréia do Sul. Eu esqueci completamente, e fui trabalhar como se apenas mais um dia fosse. E não o é?

Lucia Malla, direto do mundo da lua - e ainda em jet-lag, é óbvio.

Tudo de bom sempre.

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